Pintar fachada
com borracha líquida — respirável e com ponte sobre fissuras
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Pintar fachada
com borracha líquida — respirável e com ponte sobre fissuras

A borracha líquida para fachada é um revestimento elástico à base de água que faz ponte sobre fissuras finas e, ainda assim, se mantém respirável (V2 segundo a EN 1062-1). Aplicação com pincel, rolo ou pistola airless em 2 camadas (100–200 g/m² cada). Adequado para reboco, betão, tijolo à vista e zonas de soco. Resistente aos UV, à geada e à chuva batida.

summarize Num relance

A borracha líquida para fachada é um revestimento elástico à base de água que faz ponte sobre fissuras finas e, ainda assim, se mantém respirável (V2 segundo a EN 1062-1). Aplicação com pincel, rolo ou pistola airless em 2 camadas (100–200 g/m² cada). Adequado para reboco, betão, tijolo à vista e zonas de soco. Resistente aos UV, à geada e à chuva batida.

01 / Problema

Porque a tinta de fachada clássica falha

Uma fachada trabalha permanentemente — aquece, arrefece, humedece, seca. Os revestimentos rígidos fissuram, descolam, acinzentam. O resultado: paredes encharcadas, bolor a partir do interior e um aspeto que piora a cada ano.

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Fissuras por variações de temperatura

As fachadas dilatam no verão e contraem no inverno. As tintas de reboco clássicas fissuram — as fissuras finas tornam-se portas de entrada para a água e a geada.

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Algas, bolor, sujidade

As fachadas expostas e húmidas tornam-se viveiros de algas e fungos. Manchas pretas, pátina verde — mau para o aspeto e para a estrutura do edifício, preocupante para a saúde em caso de propagação para o interior.

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Desbotamento e calcinação

A radiação UV degrada os pigmentos. Ao fim de 3–5 anos, as tintas clássicas ficam baças, acinzentam ou formam uma camada calcinada que mancha ao toque.

02 / Porquê o RubberPaint

Porquê borracha líquida para fachadas

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Faz ponte sobre fissuras até 1,5 mm

Altamente elástico (com ponte sobre fissuras) — acompanha todos os movimentos térmicos da fachada. As fissuras capilares finas desaparecem sob a membrana elástica.

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Permeável à difusão (V2 EN 1062-1)

Deixa a humidade da parede escapar pelo interior, mas bloqueia a chuva pelo exterior. Sem acumulação de humidade na parede.

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Estável aos UV sem acinzentar

Os pigmentos estabilizados mantêm a cor mesmo após 10 anos de sol intenso. Sem calcinação, sem desbotamento.

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Universal em qualquer substrato

Reboco, betão, alvenaria, tijolo à vista, revestimentos antigos — diretamente sobre-revestivél. Poupa o trabalho de primação na maioria dos casos.

03 / Aplicação

Guia passo a passo

Passo 01 / 05

Preparar o substrato

Base limpa para anos de aderência.

Limpe bem a fachada — a lavadora de alta pressão (mín. 100 bar) remove algas, sujidade, partículas de tinta soltas e calcinação. Remova mecanicamente (espátula, escova de aço) os revestimentos antigos soltos e a descascar. Barre previamente as fissuras > 1 mm com argamassa de reparação e deixe curar 7 dias.

Em caso de ataque de algas ou fungos, trate previamente com removedor de algas/fungos, deixe atuar 24 h, enxágue bem e deixe secar 48 h.

Dica profissional: O teste da fita adesiva verifica a aderência do revestimento antigo — cole uma tira de fita adesiva e arranque-a rapidamente. Se a tinta se mantiver, o substrato é estável; se saírem apenas escamas, tem de ser removido por completo.

Preparar o substrato
Passo 02 / 05

Primar (se necessário)

Consolidar substratos muito absorventes.

Em substrato muito absorvente (reboco fresco, tijolo silicocalcário, reboco de cal antigo) ou em revestimentos antigos muito calcinados: aplique um primário de profundidade com efeito hidrofobizante. Reduz o consumo da primeira camada até 30 % e melhora consideravelmente a aderência. Deixe secar 12 h antes de continuar o trabalho.

Em revestimentos fechados e com boa aderência, o primário pode ser dispensado — comece diretamente no passo 3.

Dica profissional: Aplique o primário de profundidade em camada fina — uma camada espessa forma um filme brilhante que piora a aderência do revestimento principal.

Primar (se necessário)
Passo 03 / 05

Primeira camada — penetração

Diluir com até 5 % de água (com pistola airless até 10 %).

Aplicação com rolo de lã de carneiro (pelo curto, 10 mm), pincel ou pistola airless (15–18 MPa, bico 0,021–0,026″). Diluir com até 5 % de água (pistola até 10 %). Diluída, a primeira camada penetra profundamente no substrato e forma a base de aderência. Consumo 100–200 g/m².

Nas ligações a janelas, portas e socos com especial cuidado — estes pontos de detalhe exigem cobertura sem falhas.

Dica profissional: Em fachadas altas, use plataforma elevatória ou andaime — nunca trabalhe com escada acima de 4 m, o risco é demasiado elevado e a qualidade do trabalho sofre em posições instáveis.

Primeira camada — penetração
Passo 04 / 05

Respeitar o tempo de secagem

No mínimo 4 horas a 23 °C.

A 23 °C e 50 % HR, deixe secar pelo menos 4 horas. Com tempo mais fresco ou humidade do ar elevada, aguarde mais (até 8 h). Teste: a camada não pode estar pegajosa ao pressionar com o dedo nem deixar marcas.

Durante a secagem, proteja a fachada do sol direto (formação de riscas) e da chuva (amolecimento) — em caso de dúvida, estenda uma lona.

Dica profissional: Acompanhe o sol — comece de manhã no lado oeste e vá avançando para o lado este de tarde. Assim evita a luz solar direta durante a secagem.

Respeitar o tempo de secagem
Passo 05 / 05

Segunda camada — poder de cobertura

Aplicar sem diluição, em sentido cruzado.

Aplique a segunda camada em sentido transversal à primeira, para uma cobertura uniforme. Consumo novamente 100–200 g/m². Sem diluição, para a espessura total da camada. Resistente à chuva após 6 h (indicação do fabricante), totalmente resistente após 28 dias.

No lado mais exposto (sul/oeste), recomenda-se uma terceira camada — a solicitação de UV e chuva é aí 2–3× superior à dos lados protegidos e, caso contrário, encurta a vida útil.

Dica profissional: Avalie o tom final apenas após a cura completa (28 dias) — o revestimento fresco parece ligeiramente leitoso, sobretudo no lado à sombra, mas clareia por completo.

Segunda camada — poder de cobertura
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Dica profissional

No lado mais exposto (sul/oeste) aplique uma terceira camada adicional — a solicitação de UV e chuva é aí 2–3× superior à dos lados protegidos. Em revestimentos antigos muito desgastados ou calcinados, aplique previamente um primário de profundidade.

04 / Especificações

Dados técnicos

Consumo por camada 100–200 g/m² (0,1–0,2 kg/m²)
Camadas recomendadas 2 (3 para o lado exposto)
Tempo de secagem 2 h seco ao toque · 4 h sobre-revestivél
Resistência à chuva após 6 h (indicação do fabricante)
Cura total 28 dias
Temperatura de aplicação +10 °C a +30 °C
Temperatura de serviço −20 °C a +50 °C
Elasticidade altamente elástico, com ponte sobre fissuras
Permeabilidade ao vapor de água V2 segundo a EN 1062-1 (permeável à difusão)
Ligante Látex acrílico (isento de solventes)
Limpeza das ferramentas Água, imediatamente após a aplicação
Calculadora de material

De que quantidade preciso?

Introduza a sua área e o número de demãos pretendido — recomendamos a combinação ideal de baldes.

Padrão: 2 demãos. 3 para superfícies muito solicitadas.

info

Consumo: 150 g/m² por demão. +10 % de reserva para arestas de corte e superfícies irregulares. Para grandes projetos (> 80 m²) contacte-nos para um aconselhamento personalizado.

Recomendação

6,6 kg necessário

A calcular…

Quantidade total
Preço total

Portes grátis a partir de 199 € — consulte o seu carrinho depois de adicionar.

08 / FAQ

Perguntas frequentes sobre a pintura de fachadas

Posso aplicar sobre revestimento antigo?
Sim, desde que o revestimento antigo tenha boa aderência. Teste: verifique com uma tira de fita adesiva — se a tinta se mantiver ao arrancar, o substrato é estável. Estabilize os revestimentos muito calcinados (a mão fica branca ao tocar) com primário de profundidade ou remova-os mecanicamente.
Que substratos precisam de primário?
Reboco fresco (< 28 dias), tijolo silicocalcário e betão muito absorvente precisam de primário de profundidade. Os revestimentos existentes com boa aderência e o reboco exterior normal não necessitam, regra geral, de primário — o RubberPaint adere diretamente.
O que fazer em caso de ataque de algas ou bolor?
É obrigatório tratar antes da pintura com removedor de algas/fungos (p. ex. Algex, NeoPur), deixar atuar pelo menos 24 h, enxaguar bem e secar 48 h. Caso contrário, o ataque continua a progredir sob o revestimento — com bolhas e descolamentos como consequência.
A que temperatura posso pintar?
Ideal +15 a +25 °C. No mínimo +10 °C de temperatura do ar e do substrato ao longo dos 28 dias de cura. Evite o sol direto do meio-dia — a tinta seca depressa demais, o que provoca formação de riscas. De manhã no lado exposto, de tarde no lado protegido.
Em que se distingue o RubberPaint de uma tinta de fachada normal?
A tinta plástica clássica é fina, rígida e calcinante. O RubberPaint é uma membrana elástica com revestimento altamente elástico (com ponte sobre fissuras) — faz ponte sobre fissuras, suporta movimentos, é respirável. Vida útil e resistência às intempéries bastante superiores às dos produtos-padrão.

Questão técnica?

A nossa equipa técnica aconselha-o sobre aplicações complexas, análise de substratos e cálculo de espessuras de camada.